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Por um dia mais feliz!

Escrito por Marcelo ferraz às 11h01
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I was full by your count I was lost but your fool Was a long visit wrong? Say you are the only So many foreign worlds (So relatively fucked) So ready for us So ready for us, The creature fear Teased by your blouse Spit out by your mouth I was loud by your lowered Seminary sold Tear on tail on Take all on the wind on The soft bloody nose Sign another floor... The so many territories Ready to reform Don't let it form us Don't let it form us The creature fear So did he foil is 'own? Is he ready to reform? So many torahs So many for us The creature fear
Escrito por Marcelo ferraz às 18h42
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http://www.youtube.com/watch?v=Yu1UkqRJxXs
http://http://www.youtube.com/watch?v=Yu1UkqRJxXs
Bon Iver
Categoria: Link
Escrito por Marcelo ferraz às 18h38
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Chaplin ou o "Inimigo do Povo".

Escrito por Marcelo ferraz às 17h26
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Charles Chaplin in:
O último discurso de “O Grande Ditador” Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar – se possível – judeus, o gentio... negros... brancos. Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: “Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá. Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos! Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou grupo de homens, ms dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de faze-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice. É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos! Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo – um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!
Escrito por Marcelo ferraz às 17h22
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Fênix-das cinzas.
Hoje depois de muito tempo decidi a voltar escrever,escrever para não enlouquecer com o turbilhão de coisas que preciso e quero me expressar. Escrevo pq é o único jeito que tenho pra gritar,pra jorrar tudo que tem dentro de mim...Como Fênix eu ressurgi das cinzas,é preciso morrer milhões de vezes em vida para poder aprender o valor que ela tem.Hoje eu sou um,amanhã sou outrem,assim é que é!Carpe diem!
Escrito por Marcelo ferraz às 17h20
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LI-BER-DA-DE
Acordes de violino,entrei no meu quarto....abri a janela,senti um vento no rosto,senti saudades,mas não sei ao certo do que.Frio na barriga,frenêsi,vento na cara.Decisão.Toquei violino,nona sinfonia de Bethoveen.Chove lá fora....meus sentimentos estão voando....indo embora com a chuva.Dor...sexo...não amor!gozo nas palavras no acorde das músicas meu canto melodioso de liberdade.Hoje sou livre.Sou pássaro,borboleta,sou nada,sou abismo.
Escrito por Marcelo ferraz às 22h47
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mon amour.
Je serai lá Pour Toi
MarceloFerrazMarceloFerrazMarceloFerrazMarceloFerrazMarceloFerrazMarceloFerrazMarceloFerrazMarceloFerrazMarceloFerrazMarceloFerraz
Escrito por Marcelo ferraz às 22h39
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Arthur Rimbaud
Chanson de la Plus Haute Tour
Oisive jeunesse À tout asservie; Par délicatesse J' ai perdu ma vie. Ah! Que le temps vienne Où les coeurs s' éprennent.
Je me suis dit: laisse, Et qu' on ne te voi: Et sans la promesse De plus hautes joies. Que rien ne t' arrête Auguste retraite.
J' ai tant fait patience Qu' a jamais j' oublie; Craintes et souffrances Aux cieux sont parties. Et la soif malsaine Obscurcit mes veines.
Ainsi la Prairie À l' oubli livrée, Grandie, et fleurie D' encens et d' ivraies Au bourdon farouche De cent sales mouches. |
Canção da Torre Mais Alta
Mocidade presa A tudo oprimida Por delicadeza Eu perdi a vida. Ah! Que o tempo venha Em que a alma se empenha.
Eu me disse: cessa, Que ninguém te veja: E sem a promessa De algum bem que seja. A ti só aspiro Augusto retiro.
Tamanha paciência Não me hei de esquecer. Temor e dolência, Aos céus fiz erguer. E esta sede estranha A ofuscar-me a entranha.
Qual o Prado imenso Condenado a olvido, Que cresce florido De joio e de incenso Ao feroz zunzum das Moscas imundas. |
Escrito por Marcelo ferraz às 22h25
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metamorphosis.
Eu não sou mais eu,já sou outrem....despojei-me dos sentimentos e da filosofia rasa.Tornei me frio e racional,eu não quero nada,então porque tenho que me defender de algo?os inimigos ocultos são os piores que rondam na mente capta,eles a confundem.Quem precisa de amor-(risos)....a vida tornou se mera comparação(Sade).Quem precisa de dinheiro(vamos gastar uns milhões)Quem precisa de paz(se ela existe dentro de cada um)Ainda acreditas em filosofia?poesia?tea-to?Amor........?Meu caro,acorda!
Escrito por Marcelo ferraz às 08h08
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inspiro- eu existo.
Acordo ás 5h30 por telefone que insiste em me insultar.........no dia anterior vou pra cama as 2h,chovia equanto no carro eu enfiava minha cara para tomar ar no rosto.O pista molhada,a lua baixa,o coração apertado,um amigo acaricia meu pescoço....Muita chuva pra chover,muita mágoa pra chorar.Só hoje não vou sofrer....a gente começa a correr com o carro,a chuva já cessa.A angústia da dimensão do céu em meu peito pulsando jogo meus braços fora do carro,respiro-eu Existo.(desconheço a vida,porque desconheço as pessoas...)se eu buscar a vida,ela busca um sentido,talvez não quero ter sentido.Agora vou ao banheiro,tomo uma ducha quente,olho para chuva lá fora,há um céu nublado, com aperto escovo os dentes olhando ao espelho.A imagem,a lembrança,a vida,as pessoas,eu espelho e eu meus dentes,tomo banho com água quente que desce pelos meus pés,limpo os olhos.Volto para meu quarto ouço meu telefone tocar,não atendo.Lembro do carro ontem a faixa que corrida pelos meus pés e o ar que vinha forte em meu rosto,desafiando a vida.Eu e ela,tem algo estranho,há algo estranho em mim,respiro e me inspiro.As decisões a serem tomadas não deveriam ser assim.......dia longo,noite rasa,vida breve,alma em chagas.Amanhã não será diferente......as mesmas pessoas,as mesmas coisas......
Escrito por Marcelo ferraz às 07h59
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Mar e a imensidão.
Por Marcelo Ferraz
dedicado com amor ao um grande amigo,eterno amor.
Mar que tudo leva...leva a dor,leva o sofrimento que me causastes.Castigastes a mim por desafiar a sua imensidão,hoje sofro seu vazio.Mar que me deixaste,fostes tão generoso em outros momentos,não me leves a sério,eu costumo experimentar o perigo da suas correntezas só pra saber onde elas vão me levar,mesmo consciente que não posso mais voltar,devolve me aquilo de precioso que aprendi a buscar.
Mar de lama,mar de ouro,mar do amar.Amarte- tanto que desafiei os presságios e suas armadilhas.Se me penalizas com a imensidão da vida,misturando céu e mar,onde não consegue saber o que é o terminar.
Estou na imensidão,sou parte dela,ela é o tudo que não me sacia.....o querer te me amaldiçoou e inundou para o fundo das águas,maldito aquele que busca.No fundo encontrei sua loucura para me apaixonar,e você docilmente me conduziu ainda mais para as mais baixas águas,só para que eu não pudesse respirar.
Sufocado pela dor e pela dimensão eu me perdi em você Mar e nem consegui me orientar a voltar.Quero banir -te,mas preciso de ti,quero amar -te mas queres me amaldiçoar.
Dissonantes vozes:eu não mais respiro na sua imensidão.
Eu:estou sufocado,não consigo respirar.sinto palpitações.
Dissonantes vozes:já afundasse aquele jovem,cujas roupas brancas ele deixará na areia.
Eu:ainda respiro,mas não te vejo.
Vozes dissonates:você não ouve,não vê,nem tão pouco pode sentir
Eu:imensi.....
Vozes dissonantes:afunda-se,já desfalece o dia,amanhã teu corpo chega a areia da praia salgada do mar,e sua alma afunda se se junto com todas as outras coisas a pesar.
Eu:porque me fizestes essa maldição?só buscava o amar no mar da imensidão.
Vozes dissonantes:Você sonhou,tentou,ouçou.........homens só devem conter se na materialidade
EU:arggggggg me invade uma imensidão de vazio,eu ............não......
Vozes dissonantes:alcançastes enfim,a imensidão.Eis que não consegue desvendar lhe mais nada.
Eis que é infinito
Chegastes ao infinito o jovem de roupas brancas,cuja alma afunda derradeiramente ao mar inócuo e salgado.
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

Escrito por Marcelo ferraz às 23h46
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"Senhor quebrai o encanto,ele que me inspira e me dá criatividade para construir,é o mesmo que me destrói.Transforme em paz que reina em meu peito,meu coração dilacera......acerca só despojos úmidos de sofridão".
Marcelo Ferraz
Escrito por Marcelo ferraz às 23h02
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Poemas para noite tenebrosa.
"O senhor mire e veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas- mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. Foi o que a vida me ensinou." (Guimarães Rosa)
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim.
(Carlos Drummond de Andrade)
Escrito por Marcelo ferraz às 22h17
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Hamlet:
"O resto é silêncio"
Escrito por Marcelo ferraz às 17h54
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